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Cordoaria [Lisboa]
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24 de Setembro a 24 de Novembro
September 24 to November 24
'09
Natasha Vita-More
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10 de Outubro, 17:00 horas, Cordoaria
Human Enhancement to the Extreme: A New Role for Art and Its Media The sciences and technologies that augment human physiology are becoming a vital part of artistic practice. Human augmentation has a history in electronic arts of computer-generated interfaces and robotics. Reaching beyond these media are genetic engineering, cloning, and pharmacology. Artistic practices utilize these media tools in bioart for modifying cells and organisms and, in some instances, aspects of the human body. Yet these artistic works are not associated with the broader vision of human futures where the human is transformed. Human enhancement is deeply rooted in the aesthetics and artistic practices of the human transition to transhuman and, later, posthuman. The human transformative technologies include nanotechnology, biotechnology information technology and cognitive and neuro sciences (NBIC) for improving the human mind and body. Such improvement is considered an enhancement and not a discarding of human genealogy or disregarding of values, human nature, or the larger ecosystem of the Earth. Instead such enhancement is a means for helping the human species' and other organisms' physiology to better overcome disease, disability, and injury, and for sustaining and extending life. The desire for new experiences is driving human enhancement forward. Co-existing in virtual environments of Second Life, interacting within gaming landscapes, and building synthetic life forms have allowed us to experiment with personal existence and other life forms outside a fixed biology. As we continue to develop deeper communications and opportunities for experiencing the world around us, our creative explorations will undoubtedly grow further and reach farther. Through the use of emergent technologies, such as nanotechnology and neuroscience, artistic practices will find new roles in expanding human senses, perceptions, interconnectivity and toward the extreme of extending life onto unfixed, semi and non-biological platforms.
Human Enhancement to the Extreme: A New Role for Art and Its Media
The sciences and technologies that augment human physiology are becoming a vital part of artistic practice. Human augmentation has a history in electronic arts of computer-generated interfaces and robotics. Reaching beyond these media are genetic engineering, cloning, and pharmacology. Artistic practices utilize these media tools in bioart for modifying cells and organisms and, in some instances, aspects of the human body. Yet these artistic works are not associated with the broader vision of human futures where the human is transformed. Human enhancement is deeply rooted in the aesthetics and artistic practices of the human transition to transhuman and, later, posthuman.
The human transformative technologies include nanotechnology, biotechnology information technology and cognitive and neuro sciences (NBIC) for improving the human mind and body. Such improvement is considered an enhancement and not a discarding of human genealogy or disregarding of values, human nature, or the larger ecosystem of the Earth. Instead such enhancement is a means for helping the human species' and other organisms' physiology to better overcome disease, disability, and injury, and for sustaining and extending life.
The desire for new experiences is driving human enhancement forward. Co-existing in virtual environments of Second Life, interacting within gaming landscapes, and building synthetic life forms have allowed us to experiment with personal existence and other life forms outside a fixed biology. As we continue to develop deeper communications and opportunities for experiencing the world around us, our creative explorations will undoubtedly grow further and reach farther. Through the use of emergent technologies, such as nanotechnology and neuroscience, artistic practices will find new roles in expanding human senses, perceptions, interconnectivity and toward the extreme of extending life onto unfixed, semi and non-biological platforms.
Melhoramento Humano até ao Limite: Um novo papel para a Arte e os seus meios As ciências e as tecnologias, que aumentam a fisiologia humana estão a tornar-se uma parte essencial da prática artística. A expansão do humano tem uma história na arte electrónica através de interfaces geradas por computadores e na robótica. Com um alcance para além destes meios estão a engenharia genética, a clonagem e a farmacologia. As práticas artísticas utilizam estes meios tecnológicos na bioarte para modificarem células e organismos e, em alguns casos, aspectos do corpo humano. No entanto, estes trabalhos artísticos não estão associados à visão mais abrangente dos humanos do futuro, onde o próprio ser humano é transformado. O melhoramento do humano está profundamente enraizado na estética e nas práticas artísticas da transição humana para o transhumano e posteriormente, para o pós-humano. As tecnologias transformadoras do humano incluem a nanotecnologia, a biotecnologia, a tecnologia de informação e as ciências cognitivas e as neurociências (NIBC), no sentido de melhorar a mente e o corpo dos humanos. Estas melhorias são consideradas uma valorização e não a rejeição da genealogia humanas ou o desrespeito dos valores, da natureza humana ou do ecossistema mais alargado, a Terra. Pelo contrário, tal melhoramento é um meio de ajudar a fisiologia da espécie humana e de outros organismos a melhor superar a doença, a deficiência e os ferimentos, e sustentar e aumentar a vida. O desejo de novas experiências está a fazer avançar o melhoramento humano. Através da co-existência no Second Life, da interacção com cenários de jogos e da construção de formas de vida sintéticas, efectuamos experiências com a nossa existência pessoal e com outras formas de vida, para além da biologia estrita. À medida que continuamos a desenvolver comunicações mais profundas e oportunidades de experimentar o mundo à nossa volta, as nossas explorações criativas irão, sem dúvida, alcançar novas áreas e chegar mais longe. Através da utilização de tecnologias emergentes, tais como a nanotecnologia e a neurociência, as práticas artísticas irão encontrar novos papéis na expansão dos sentidos e percepções humanos, inter-conectividade e mesmo, ir até ao extremo de expandir a vida em plataformas não fixas, semi- biológicas e não biológicas.
Melhoramento Humano até ao Limite: Um novo papel para a Arte e os seus meios
As ciências e as tecnologias, que aumentam a fisiologia humana estão a tornar-se uma parte essencial da prática artística. A expansão do humano tem uma história na arte electrónica através de interfaces geradas por computadores e na robótica. Com um alcance para além destes meios estão a engenharia genética, a clonagem e a farmacologia. As práticas artísticas utilizam estes meios tecnológicos na bioarte para modificarem células e organismos e, em alguns casos, aspectos do corpo humano. No entanto, estes trabalhos artísticos não estão associados à visão mais abrangente dos humanos do futuro, onde o próprio ser humano é transformado. O melhoramento do humano está profundamente enraizado na estética e nas práticas artísticas da transição humana para o transhumano e posteriormente, para o pós-humano.
As tecnologias transformadoras do humano incluem a nanotecnologia, a biotecnologia, a tecnologia de informação e as ciências cognitivas e as neurociências (NIBC), no sentido de melhorar a mente e o corpo dos humanos. Estas melhorias são consideradas uma valorização e não a rejeição da genealogia humanas ou o desrespeito dos valores, da natureza humana ou do ecossistema mais alargado, a Terra. Pelo contrário, tal melhoramento é um meio de ajudar a fisiologia da espécie humana e de outros organismos a melhor superar a doença, a deficiência e os ferimentos, e sustentar e aumentar a vida.
O desejo de novas experiências está a fazer avançar o melhoramento humano. Através da co-existência no Second Life, da interacção com cenários de jogos e da construção de formas de vida sintéticas, efectuamos experiências com a nossa existência pessoal e com outras formas de vida, para além da biologia estrita. À medida que continuamos a desenvolver comunicações mais profundas e oportunidades de experimentar o mundo à nossa volta, as nossas explorações criativas irão, sem dúvida, alcançar novas áreas e chegar mais longe. Através da utilização de tecnologias emergentes, tais como a nanotecnologia e a neurociência, as práticas artísticas irão encontrar novos papéis na expansão dos sentidos e percepções humanos, inter-conectividade e mesmo, ir até ao extremo de expandir a vida em plataformas não fixas, semi- biológicas e não biológicas.